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um dia após a visita do presidente Jair Bolsonaro a Imperatriz para uma motociata em cinco cidades do estado vizinho Tocantins, comitês de candidatos bolsonaristas foram alvo neste sábado (10), de fiscalização eleitoral, onde tiveram material de campanha removidos e recolhidos pelos fiscais que tiveram o apoio da Polícia Militar.
O primeiro comitê alvo da operação dos fiscais, foi do candidato a deputado federal Pastor Cavalcante (PTB), que teve banners da fachada do comitê com a foto de Bolsonaro, rasgados com estilete e recolhidos pelos fiscais, que alegaram que as medidas estavam irregular.
Simpatizantes e populares presentes assistiram incrédulos a tamanha agressividade e disposição dos agente da lei. A ação tão intempestiva gerou muita especulação pelo fato de que somente os candidatos que não apoiam o atual governador estariam sofrendo tamanho ato agressivo - disse Cavalcante.
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Comitê do candidato bolsonarista Pastor Cavalcante, também foi alvo de fiscalização eleitoral um dia após visita de Bolsonaro a Imperatriz pic.twitter.com/MFjCDKLG1Y
— Lnove - Portal de Notícias (@LnoveNoticias) September 11, 2022
Para Pastor Cavalcante que conversou com o Jornal Imperatriz, não há sombra de dúvidas que essa fiscalização é pretexto para perseguir candidatos apoiadores do presidente que esteve ontem na cidade de Imperatriz, onde foi recebido por candidatos bolsonaristas e apoiadores.
Em seguida os fiscais se direcionaram para o comitê de Lahesio Bonfim (PSC), que é candidato ao Governo Maranhão, que também teve banners rasgados e recolhidos pela a equipe de fiscais da Justiça Eleitoral.
Estão tentando calar o candidato com a campanha que mais cresce no Maranhão numa tentativa de parar a campanha, invadindo e destruindo nosso comitê sem nenhuma justificativa que atenda a Lei Eleitoral - disse Lahesio.
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