Mediante a tantas denuncias feitas por pacientes ou seus acompanhantes a respeito da situação crítica que o Hospital Municipal de Imperatriz (Socorrão), se encontra, os vereadores Adhemar Freitas Júnior (Sdd), Bebé Taxista (Avante) e Wanderson Manchinha (Psb), mais uma vez trouxeram a tona o sucateamento da saúde pública municipal, na gestão do prefeito Assis Ramos (União Brasil).

Os vereadores constataram que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), dispõe apenas de duas ambulâncias para a demanda de toda zona urbana e rural de Imperatriz, como também equipamentos para exames como o de tomografia estão quebrados.

 
 
 
 
 
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Os vereadores também relataram que pacientes internados nas enfermarias relataram a eles que falta medicamentos básicos e que um único soro fisiológico foi utilizado para três pacientes, o que é inadmissível para quem procura ser atendido pela saúde pública do município.

Também há relatos que a falta de medicação no UPA do São José e que até no Socorrinho faltou gesso para imobilização de uma fratura sofrida por uma criança, levando a mãe da criança a comprar.

A falta de medicamentos e materiais cirúrgicos para procedimentos como a péssima condição predial do Socorrão, foram as causas apontadas não somente pelos vereadores, mas também pela Justiça que por duas vezes deu prazo para Assis Ramos corrigir as pendências do HMI.

 
 
 
 
 
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No segundo mandato de Assis Ramos, ele tem demonstrado ser incapaz de administrar a segunda maior cidade do Estado, mesmo a cada ano ele ter solicitado junto a Câmara Municipal, aumentos consideráveis no Orçamento Anual onde nesse ano de 2023 que ultrapassou a casa de R$ 1 bilhão.

Assis também tem sido alvo de críticas na infraestrutura da cidade, tanto na zona urbana como na zona rural que além de buracos 80% das ruas e avenidas, a tão sonhada fábrica de asfalto está parada, levando a crer que o prefeito juntamente com o secretário Fábio Hernandez estão comprando asfalto em uma construtora para realizar serviços paliativos.