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O prefeito Assis, de Imperatriz, com o intuito de deixar tudo sob seu absoluto controle, centralizou todas as finanças do município em uma única repartição, a Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária (SEFAZGO), onde o gestor nomeou o piauiense, Josafan Bonfim Moraes Rêgo Júnior, pessoa que reside em Timon para ser o "responsável pelo desempenho das atividades relativas às questões financeiras, orçamentárias, contábeis, fiscais e tributárias da cidade". Além disso, "responde pelos recebimentos, pagamentos, guarda e movimentação dos recursos financeiros e outros valores de propriedade do Governo Municipal". E, "elabora, acompanha e executa o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentais, e o Orçamento Geral do Município".
Até aí tudo muito lindo de se lê, se não fosse levado em conta o despreparo e incompetência do tal secretário, pois não consegue manter o Planejamento das contas do município em dias, resultando na insatisfação dos servidores pela falta de insumos para uma boa realização do seu trabalho e, maior ainda, a insatisfação dos fornecedores de produtos e prestadores de serviços.
Que a cidade de Imperatriz está tendo uma receita bilionária, todo mundo já sabe, o que ninguém sabe ainda, é o que está sendo feito com esse dinheiro, pois é comum andarmos pela cidade e vermos ruas intrafegáveis, postos de saúde sem medicamentos, cobranças diversas pelas empresas de serviços médicos , laboratórios com atrasos, prédios com energia cortada por falta de pagamento, e, até mesmo aluguéis de alguns imóveis com mais de 9 meses em atrasos.
