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Os principais culpados do péssimo momento que o time do Imperatriz tem vivido nos últimos dois anos, é da gestão da família "Carvalho" que administrou o clube por cerca de três anos, que resultou em um acúmulo de dividas em mais de R$ 4 milhões.
Adauto entregou o clube a uma empresa terceirizada de nome JB Sport que acabou de afundar o clube em dívidas e a falta de honrar compromissos com jogadores e demais fornecedores. O gatilho que acendeu que o Imperatriz estava afundado, foi dívida contraída com o Atlético Fênix-URU em cerca de R$ 250 mil, por conta de uma transação irregular no início da temporada e posteriormente a punção na FIFA, que impediu a o time de registrar novas contratações.
Depois de uma temporada desastrosa com o Cavalo de Aço, o dirigente apresentou uma carta de renúncia no dia 30 de dezembro de 2020 em entrevista coletiva, dando ali o ultimato do que estava por vir ao clube.

Após a péssima administração de Adauto e da própria Mariana Carvalho que foi dirigente do clube e que é candidata a deputada federal, o clube começou a viver um pesadelo sem fim, dos rebaixamentos para os Campeonatos Brasileiro Série D e Série B do Maranhense. O Cavalo de Aço não consegue se quer atrair patrocínios de peso que culminaria em contratações de jogadores de expressão à organização financeira do time.
Ontem em jogo contra o Chapadinha no estádio Frei Epifânio, o Imperatriz não conseguiu o retorno a elite do futebol Estadual depois de empatar em 1 a 1 no jogo da volta e perder no jogo de ida por 3 a 0. O Cavalo de Aço vive seu pior momento desde a fundação do clube.
