O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), reagiu por meio de suas redes sociais às novas acusações relacionadas ao caso Tech Office. Na publicação, ele classificou como falsas as declarações atribuídas a um condenado confesso pelo assassinato do empresário João Bosco e afirmou que não existe prova que sustente as acusações feitas contra ele.

Brandão negou categoricamente ter qualquer relação com o condenado e afirmou que nunca o recebeu no Palácio dos Leões ou em qualquer outro local.

Um dos pontos contestados pelo governador envolve a vaga 6 do estacionamento do Palácio dos Leões, mencionada na versão apresentada pelo condenado. Para rebater a informação, Brandão publicou uma imagem do local e afirmou que o espaço está ocupado por um gerador há aproximadamente seis anos.

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"Há seis anos esse gerador está lá" - afirmou o governador.

Gerador de energia do Palácio dos Leões. - Foto: Reprodução
Gerador de energia do Palácio dos Leões. - Foto: Reprodução

Na publicação, Brandão também questionou a credibilidade do depoimento, destacando que o condenado mudou sua versão sobre o caso. Segundo o governador, as novas acusações passaram a pautar o debate público sem que tenham sido apresentadas provas capazes de confirmar as afirmações.

"Não há sequer uma prova de todas essas inverdades que estão sendo ditas. Por isso, afirmo categoricamente que são mentirosas" - declarou.

Brandão também afirmou que sua defesa ainda não teve acesso ao processo em sua totalidade e citou parecer da Procuradoria-Geral da República sobre a competência para conduzir a apuração.

O governador ainda ressaltou seus mais de 35 anos de vida pública e afirmou que não possui histórico de envolvimento em escândalos ou processos, reforçando que pretende defender sua honra e sua trajetória.

Ao final da publicação, Brandão disse confiar que os fatos serão esclarecidos e que está preparado para defender sua dignidade.

"Tenho plena convicção de que a verdade prevalecerá" - afirmou.

As acusações mencionadas na manifestação seguem no âmbito da apuração do caso. Brandão nega integralmente qualquer envolvimento.