A gestão da "Saúde Pública Municipal" em meio a Pandemia do novo Coronavírus, tendo à frente a secretária Mariana Jales, é potencialmente desastrosa e danosa aos imperatrizenses e também para aqueles de outros municípios que procuram Imperatriz como um grande pólo da saúde pública.

A falta de eficiência na gestão, vai desde a aglomerações de idosos em filas para vacinação, o único aparelho tomógrafo a mais de seis meses com defeito, a atraso salarial a médicos prestadores de serviços no ano de 2020 à operação da Polícia Federal que apura esquema de corrupção na empresa que fornece alimentos para o Hospital de Campanha do município.

Além de todo esse desastre na gestão na saúde da segunda cidade mais importante do estado, também é possível ver que diante da Pandemia com o número de casos aumentando potencialmente, ocupação nos leitos Clínicos e UTI's nos hospitais público estadual e privado, Mariana Jales mesmo recebendo mais de R$ 20 milhões de recursos extras destinado ao combate à Pandemia, se quer aumentou o número de Leitos Clínicos e UTI's no Hospital de Campanha mantido pelo município, como também não houve aquisição de respiradores e equipamentos úteis para internação provocado pela Covid-19.

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Diante dessas incompetências a frente da saúde municipal, o estado teve que assumir a responsabilidade ofertando um maior número de leitos Clínicos e UTI's no Hospital Macroregional, Hospital Materno Infantil e a criação juntamente com a iniciativa privada, um Hospital de Campanha instalado no Centro de Convenções.

Será se diante de tudo isso e com o salto gigantesco no número de mortos por Covid-19, que só em março já chegou a 100, a permanência da secretária Mariana Jales a frente da Saúde Municipal, ainda tem como o prefeito Assis Ramos e a Câmara Municipal, justificar?