O advogado de defesa de um dos alvos da operação do Gaeco que aconteceu nesta quinta-feira (03), informou em entrevista que sua teve seu nome usado para abrir uma empresa pela quadrilha que desviou cerca de R$ 1,7 milhão do Detran de Minas Gerais. Segundo o advogado Fernando Fagner, as medidas já estão sendo tomadas para provar a inocência de sua cliente que ele preferiu não mencionar na reportagem.

Uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes no pagamento do IPVA por meio de páginas falsas entrou na mira do Ministério Público em uma operação que teve desdobramentos em Imperatriz e São Luís nesta quinta-feira (03). A Operação Contramão, coordenada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do Ministério Público do Maranhão (MPMA).