O candidato a prefeito Nilson Takashi (Novo), falou em entrevista concedida ao Jornal Imperatriz, que uma de suas principais propostas de governo é enxugar a maquina pública, reduzindo o número de secretarias e tendo um controle mais rígido na folha de pagamento do município.

Takashi afirmou que a curto prazo a economia poderá chegar a mais de R$ 123 milhões por ano, ou seja, um pouco mais de R$ 10 milhões por mês, o que permitirá ser investido em infraestrutura e na saúde pública municipal, setores hoje que é o mais carente de investimentos. Atualmente o município tem 23 secretarias, 2 superintendências e 25 conselhos municipais que ao todo gera um custo anual de R$ 1,1 bilhão por ano, de acordo com o último orçamento aprovado pela Câmara Municipal de Imperatriz.

A folha de pagamento de Imperatriz também é um outro pesadelo que na gestão do prefeito Assis Ramos (União Brasil), que teve um aumento expressivo dos gastos com servidores, ultrapassando o limite de 54% da Receita Corrente Líquida estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, atingindo cerca de 63% em 2024, o que levou a Justiça e o Ministério Público a determinação da exoneração de funcionários em situação de nepotismo, daqueles em cargos sem previsão legal ou em quantidade superior ao permitido, e de servidores residentes fora da cidade sem autorização para trabalho remoto.

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O candidato pelo partido Novo foi o único que até agora propôs enxugar maquina pública com reduções no número de secretarias e na folha de pagamento dos servidores público contratados.