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A Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou orientações aos agentes públicos sobre as condutas proibidas durante o período eleitoral, reforçando regras que visam garantir equilíbrio e lisura na disputa.
O documento chama atenção para práticas recorrentes que, além de ilegais, podem resultar em sanções administrativas e eleitorais.
O que os candidatos NÃO podem fazer:
- Divulgar ou compartilhar fake news ou informações não verificadas;
- Utilizar o cargo público para autopromoção eleitoral;
- Associar obras e ações do governo à imagem pessoal;
- Usar veículos, prédios ou qualquer estrutura pública em campanhas;
- Transformar eventos institucionais em atos políticos;
- Utilizar servidores públicos para atividades de campanha;
- Fazer propaganda institucional em período proibido;
- Prometer benefícios, obras ou recursos públicos em troca de apoio;
- Participar de campanha durante o horário de trabalho;
- Promover discursos de ódio ou ataques pessoais.
Além das restrições, a AGU reforça que o comportamento dos agentes nas redes sociais também deve seguir os princípios da legalidade e da imparcialidade, evitando o uso da visibilidade do cargo para influenciar o eleitor.
As regras seguem diretrizes da Justiça Eleitoral do Brasil e têm como objetivo impedir o uso indevido da máquina pública, prática que pode desequilibrar o processo democrático.
Com a proximidade das eleições, o alerta ganha ainda mais relevância. Em um cenário de forte presença digital e polarização política, o cumprimento dessas normas é considerado essencial para garantir uma disputa justa e transparente.
Publicado por:
Willamy Figueira/Editor-chefe
Willamy nasceu em Imperatriz, tem 42 anos, é jornalista com DRT-MA 2298, publicitário e redator-chefe do Jornal Imperatriz.
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