Um jatinho executivo que saiu de Palmas (TO) e tinha Imperatriz como destino precisou sobrevoar a cidade por aproximadamente 30 minutos na noite desta segunda-feira (24), depois de chegar ao espaço aéreo da cidade sem autorização para pousar.

A aeronave é um Embraer Phenom 100, de prefixo PR-FHT. O jato chegou à região por volta das 22h, mas não pôde iniciar imediatamente os procedimentos para aterrissagem porque o pouso não estava autorizado.

Sem a liberação, a aeronave permaneceu no ar sobre Imperatriz enquanto aguardava a regularização da operação. O movimento chamou a atenção pelo tempo em que o jatinho ficou circulando sobre a cidade durante a noite.

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Aeroporto estava fora do horário regular

A ocorrência aconteceu em um momento em que o Aeroporto Prefeito Renato Moreira estava fora do horário regular de funcionamento.

Para realizar uma operação fora do período previsto, é necessária coordenação e autorização prévias. No caso do PR-FHT, essa autorização não estava assegurada quando a aeronave chegou à região.

O episódio expõe uma falha de planejamento que poderia ter resultado em uma situação ainda mais complexa caso não houvesse condições de estender a operação do aeroporto.

Jatinho precisou aguardar no ar

Durante cerca de meia hora, o Phenom 100 permaneceu sobrevoando Imperatriz até que a situação fosse regularizada e o pouso pudesse ser realizado.

Não há, até o momento, informação de que a aeronave tenha apresentado qualquer problema técnico ou que tenha ocorrido uma emergência durante o voo. O tempo de permanência sobre a cidade esteve relacionado à falta de autorização para o pouso. Após a liberação, o avião conseguiu aterrissar em segurança.

Quem estava a bordo?

O PR-FHT é um Embraer Phenom 100, jato executivo utilizado em operações privadas. Até o momento, não foi confirmado publicamente quem estava a bordo da aeronave no voo entre Palmas e Imperatriz.

O Jornal Imperatriz também apura quem solicitou a operação, quando o aeroporto foi comunicado sobre a chegada e por que a aeronave partiu de Palmas com destino a Imperatriz sem que a autorização para o pouso estivesse previamente garantida.

Essas informações são importantes para esclarecer se houve apenas uma falha de comunicação ou se o voo foi planejado sem a devida coordenação operacional.

O caso não terminou em acidente ou emergência, mas o episódio chamou atenção pelo fato de uma aeronave ter chegado a Imperatriz sem autorização para pousar e ter precisado permanecer no céu da cidade até que a operação fosse liberada.