Uma queda de braços travado entre o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (União Brasil) e parte dos vereadores da Câmara Municipal em torno do orçamento 2024, tem gerado capítulos e mais capítulos de uma novela que parece não ter fim, já que por quatro vezes seguidas, os vereadores abandonam a sessão quando o presidente Alberto Sousa (PDT), pauta a votação do Orçamento Municipal, não obtendo quórum suficiente.

Segundo o que Jornal Imperatriz apurou, o entrave está relacionado com duas exigências dos vereadores de oposição, que cobram do prefeito transparência dos "gastos públicos" dos anos anteriores e também de "emendas parlamentares", que em nenhum ano dos dois mandatos de Assis, ele pagou. Com isso sem aprovação do orçamento, o governo municipal conta apenas com a liberação mensal de 1/12 (um doze avos ou um duodécimo) do valor previsto para o custeio da máquina pública.

Plenário da Câmara vazio - Foto: Jornal Imperatriz

 

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Todo o embrolho envolvendo a votação do orçamento de mais R$ 1 bilhão e 146 milhões, já vem desde do ano passado, quando que por mais que o presidente do Legislativo Municipal se esforçou para que fosse aprovado, parte dos 21 vereadores se recusaram a aprovar, pro se tratar de um valor astronômico e os gastos como por exemplo o do ano de 2023 que o orçamento foi de mais de R$ 1 bilhão e 91 milhões, não foi prestado contas com os serviços públicos só definhando, como por exemplo a Saúde e Infraestrutura. O prazo final para a aprovação do orçamento público pelo Legislativo Municipal é até abril de 2024.